Histórico do Programa

O Programa de Pós-Graduação em Ensino nas Ciências da Saúde se preocupa em seguir os conceitos próprios à este tema, processos pedagógicos adequados a sua peculiaridade, metodologias de ensino adaptadas à complexidade das ações em saúde. O conceito é 3.

Em 2010, a CAPES lançou o Pró-Ensino na Saúde com o objetivo de oportunizar o desenvolvimento de pesquisas na área. A Faculdades Pequeno Príncipe, selecionada em um projeto em Rede que conta também com as Universidades Federal de Santa Catarina (UFSC) e Estadual de Londrina (UEL), criou a linha de pesquisa em Ensino na Saúde. Na mesma época, foi criado e registrado no CNPQ o grupo PENSA (Pesquisa em Educação na Saúde). Com isso, houve um fortalecimento da produção de artigos científicos dessas três instituições.

A extensa procura pela linha de pesquisa e a consistência do grupo de pesquisa PENSA, levaram à criação do Programa que tem por objetivo valorizar a formação do professores e pesquisadores por meio do amplo debate das mudanças e possibilidades nos novos currículos e práticas profissionais na saúde, do modelo de trabalho em rede e do estímulo interpessoal como potencializadores da produção individual e coletiva, levando à condição necessária para consolidação das mudanças na atuação e contribuindo para novos conhecimentos no SUS.

A história do Complexo Pequeno Príncipe começou em 1919, quando a Cruz Vermelha iniciou o atendimento de saúde às crianças do Paraná. No ano seguinte, começou a construção do Hospital de Crianças, que mais tarde passou a ser chamado de Hospital de Crianças César Pernetta, em homenagem ao grande pediatra paranaense que atuou na instituição.

Já em 1930, o Complexo se preocupava com a capacitação das pessoas para o cuidado com a saúde. Foi inaugurada naquele ano a Escola de Mãezinhas e a Escola de Enfermeiras. Em 1935, a Cruz Vermelha cedeu o hospital para a Faculdade de Medicina do Paraná.

Hoje, o Complexo Pequeno Príncipe conta com o maior hospital exclusivamente pediátrico do sul do Brasil e o que oferece o maior número de especialidades no país. É referência no tratamento de alta e média complexidade, além de destinar cerca de 70% de sua capacidade para o Sistema Único de Saúde (SUS). 

Em 2003 a unidade de ensino do Complexo Pequeno Príncipe foi inaugurada, o Instituto de Ensino Superior Pequeno Príncipe, hoje a Faculdades Pequeno Príncipe. Em 2006 foi criado o Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe, institucionalizando os três pilares do Complexo Pequeno Príncipe: Assistência, Ensino e Pesquisa.